O livro é catálogo de uma das mais importantes exposições da história da fotografia. Em 1955 Edward Steichen, então diretor do MoMA de New York, no departamento de fotografia, reuniu 503 fotos de 273 fotógrafos de 68 países e fez um monumento à fotografia humanista.

A ideia foi, através de imagens, mostrar que para além das aparências culturais tão diferentes… somos todos iguais: a humanidade como uma grande família . Temas como atividades do trabalho, da educação, do lazer e do amor e fases da vida, são apresentados em fotos no gênero jornalístico ou documental. Em vez de uma texto curatorial acadêmico, as paredes e painéis exibiam breves citações da literatura e filosofia em meio às imagens.

Steichen divulgou comunicados à imprensa convidando “qualquer proprietário de câmera” a enviar fotografias. Ele ficou famoso por afirmar que até mesmo provas de contato rudimentares eram aceitáveis, desde que captassem a “riqueza da vida”. Alguma coisa veio também de arquivos de revistas que desde a década de 30 publicavam ensaios fotográficos bem no estilo que interessava à Steichen. Como não poderia deixar de ser, também um bom número de figurões da fotografia esteve presente, entre eles:

Henri Cartier-Bresson
Dorothea Lange
Ansel Adams
Robert Capa
Robert Doisneau
Bill Brandt
August Sander
Margaret Bourke-White
Manuel Álvarez Bravo
Garry Winogrand
Eugene Smith

A exposição excursionou pelo mundo todo e foi vista por milhões de pessoas. O livro é muito fácil de se achar pois não parou de ser reeditado em diversos formatos. É indispensável a qualquer biblioteca de fotografia. Abaixo, algumas páginas para mostrar o clima do livro.

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