Concise History of Photography | Helmut Gernsheim
Este é um clássico. Editado em 1965,1971 e 1986, não sei se houve outra. Divide-se em duas abordagens, uma técnica e outra artística e com elas percorre os períodos da invenção até o pós guerra.
Este é um clássico. Editado em 1965,1971 e 1986, não sei se houve outra. Divide-se em duas abordagens, uma técnica e outra artística e com elas percorre os períodos da invenção até o pós guerra.
Este é um livro que cobre tanto os aspectos históricos como práticos para quem quiser experimentar imprimir por um desses dois processos, o albúmem ou papel salgado. É muito detalhado e bem escrito.
O processo calótipo, de 1841, inclui também o papel salgado. Mas como Talbot, antes disso, já sabia como imprimir o positivo pelo processo papel salgado, e como esse processo foi muito usado também com negativos de outros processos, aqui vai uma descrição em separado.
Processo fotográfico responsável por uma expansão vertiginosa da fotografia a partir dos anos 1850.
Concebida como uma ajuda ao desenhista, a Chambre Claire teve uma segunda vida com a chegada da fotografia em 1839. Ela foi intensamente utilizada pelos artistas gravadores quando a imprensa ilustrada precisou copiar fotografias de forma rápida e precisa. O uso da Chambre Claire, ou Câmera Clara, legitimava a autenticidade da imagem.
Inicialmente um sucessor direto das vistas stereográficas turísticas do século XIX, tornou-se a partir de 1950 um brinquedo com historinhas da Disney
Desde o início da fotografia, a possibilidade de se ver muito além de nosso entorno foi um de seus grandes atrativos. A caixinhas com vistas stereoscópicas proporcionavam uma camada a mais de realismo nessas viagens de poltrona.
Muito em moda nos anos 60 e 70 esses pequenos monóculos ofereciam uma visão agigantada dos pequenos slides produzidos, principalmente pelas Olympus Pen
Instrumento para medir a densidade ponto a ponto, por transmissão ou reflexão. Serve, por exemplo, para avaliar faixa tonal de um negativo e preparar sua ampliação. Usado tanto em preto e branco como em cores.
Câmeras de plástico, “vestidas” com uma capa de papel, já carregadas com filme, equipadas com um flash e para uso uma única vez.
Processo baseado no colódio mas utilizando como base uma lata pintada de preto. Era de longe o mais barato processo fotográfico e praticado por fotógrafos de rua por muitas décadas.
Lanternas mágicas existiram desde 1659, mas a invenção da fotografia abriu novas possibilidades para a imagem projetada a qual, mais tarde, traria o cinema.